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Teologia : Apocalipse – Estudo completo

 

Enviado por PbValdecir em 17/7/2007 15:30:00 (14072 leituras) Estudos do mesmo autor


O Livro de Apocalipse é o apogeu da revelação divina. É qual um imenso caudal onde desembocam todos os rios (Livros) da revelação divina, tanto os do Antigo, como os do Novo Testamento. Deus divide a raça humana em três grupos, a saber: judeus, gentios e a Igreja de Deus (I Co 10.32), e na sua Palavra Ele apresenta uma mensagem definida para cada um desses três grupos. Já no Apocalipse temos a mensagem final de Deus para judeus, gentios e a Igreja. Nos Evangelhos somos levados a crer em Cristo; nas Epistolas somos levados a amá-lo e no Apocalipse somos levados a esperá-lo.






Mensagem : Apocalipse – Estudo completo
Objetivo : Apresentar ensinamentos sobre o livro do Apocalipse
Texto Base : Apocalipse do cap. 1 ao 22




Apostila completa sobre Apocalipse


O Livro de Apocalipse é o apogeu da revelação divina. É qual um imenso caudal onde desembocam todos os rios (Livros) da revelação divina, tanto os do Antigo, como os do Novo Testamento.
Deus divide a raça humana em três grupos, a saber: judeus, gentios e a Igreja de Deus (I Co 10.32), e na sua Palavra Ele apresenta uma mensagem definida para cada um desses três grupos. Já no Apocalipse temos a mensagem final de Deus para judeus, gentios e a Igreja. Nos Evangelhos somos levados a crer em Cristo; nas Epistolas somos levados a amá-lo e no Apocalipse somos levados a esperá-lo.

A Visão de Cristo Glorificado

Trata-se de uma visão de Cristo, como está atualmente na glória

A Igreja no Passado e no Presente

As sete igrejas ai abordadas representam sete períodos da história da Igreja Universal como o corpo de Cristo. Para tanto, basta que se faça um confronto entre as igrejas locais mencionadas nos caps. 2 e 3 e os períodos da história da Igreja. Quanto às 7 cartas como número também representativo, compare-se o fato de que o Apóstolo Paulo também escreveu a sete igrejas, quando nos seus dias existiam muito mais.
(Essas sete igrejas foram: Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos, Tessalônica.) As suas demais cartas foram dirigias a pessoas, não a igrejas.

A Igreja Arrebatada

O arrebatamento de João à altura dos fatos do capitulo 4, prefigura claramente o arrebatamento da Igreja após sua presença neste mundo.

A Igreja Glorificada

Aqui temos representados os santos do Antigo e do Novo Testamento sob a forma de 24 anciãos perante o Trono do Cordeiro, integrado um culto em que tomam parte todos os seres celestiais. Trata-se da igreja já glorificada, após ter sido arrebatada.

A Grande Tribulação

A grande Tribulação é um período de aflição sem paralelo que sobrevirá aos judeus e aos gentios após o arrebatamento da Igreja. Não há palavras que possam descrever os horrores do sofrimento nesse período. É um período de 7 anos, segundo um estudo comparativo da Bíblia. Os capítulos 6 a 10 abrangem a primeira metade da Tribulação, isto é, seus primeiros 3 anos e meio. Os capítulos 11 a 18 abrangem a segunda metade da grande metade da Grande Tribulação, isto é, os últimos três anos e meio.

A Volta Pessoal de Jesus em Glória

É a última fase da sua volta, sendo a primeira o arrebatamento da Igreja. No arrebatamento Ele virá para os seus santos. Na sua volta em glória Ele virá com os seus santos, para livrar Israel, julgar as nações e estabelecer o Milênio.

O Milênio E O Juízo Final

O Milênio é o glorioso reinado de Cristo por 1.000 anos aqui na terra. O Juízo Final seguir-se-á ao Milênio, ocasião em que todos os ímpios falecidos desde o tempo de Adão ressuscitarão para serem julgados segundo as suas obras.

O Perfeito Estado Eterno

Aqui temos um quadro mostrando como serão todas as coisas depois que o pecado for julgado e banido do universo, juntamente com os ímpios e o Diabo. Isto é, um quadro da terra e seus ocupantes quando Deus fizer novas todas as coisas, assim como era no principio.
(Ap. 1.7,8). “Até quantos o traspassaram” (Ap. 1.7). Isto é, seus irmãos segundo a carne, os judeus.
“Vi sete candeeiros de ouro” (Ap. 1.12). O v. 20 explica que estes candeeiros representavam as sete igrejas de que trata o cap. 2. O efeito da visão do Cristo glorificado. “Caí a Seus pés como morto (ver. 17).
Se João, que era o “discípulo amado” do senhor, que pertencia ao seu grupo íntimo de discípulos, caiu como morto ante a majestosa visão de Cristo glorificado, que vamos dizer dos zombadores ímpios e atrevidos, quando o virem, sem meios de escapar da Sua presença? Graças a Deus que nós somos Seus.

As Sete Igrejas Da Ásia

O Fato de haver outras igrejas na região e serem escolhidas apenas sete, indica que estas eram representativas do ciclo completo da história da Igreja. Caracterizam a Igreja em todos os tempos.

1. A Igreja De Éfeso

“Éfeso” significa “desejável”. É a Igreja do amor decadente. Representa a igreja do Século I, isto é, a igreja da época apostólica.

2. A Igreja De Esmirna

“Esmirna” significa “amargura”. Esmirna é a Igreja Perseguida. Representa o período dos anos 100 a 312 d.C A partir daí o imperador Constantino aboliu as perseguições aos cristãos. “Tereis tribulação de dez dias” (Ap. 2.10) “Dez dias” pode referir-se, pois, às dez perseguições de 64-305 d.C sob os dez imperadores romanos daquela época.

3. A Igreja De Pérgamo

“Pérgamo” parece significar “casamento”. É a Igreja Mundana. Representa a igreja dos anos 313 a 600 dc., quando se deu a união da igreja com o Estado. Diz um antigo escritor, que Pérgamo era a cidade mais idólatra de toda a província da Ásia.
“Onde está o trono de Satanás” (Ap. 2.13). Isto sem dúvida é uma referência à seita pagã babilônica, ocultista, que mudou-se para Pérgamo, vinda da babilônia (o centro do espiritismo nos tempos primitivos).
Quando o Diabo não consegue enfraquecer a Igreja pela perseguição e sofrimento (v. 10), procura fazê-lo pela corrupção da fé.
“A doutrina de Balaão” (Ap. 2.14). É a mistura espiritual da Igreja com o mundo. “Uma pedrinha branca” (Ap. 2.17) A história antiga dos gregos e romanos menciona essa pedrinha. 1) Nos tribunais, os juizes tinham pedrinhas brancas e pretas. Se o acusado recebia uma pedrinha preta, estava condenado; se branca, estava perdoado. 2) Nos jogos públicos, os vencedores recebiam pedrinhas brancas com seus nomes gravados nelas. Isto dava-lhes direito a auxilio do governo pelo resto da vida. 3) Também pedrinhas brancas eram fornecidas a certas pessoas para livre trânsito em certas regiões, situações e reuniões. Era o passe, a entrada livre, autorizada, nesses casos especiais.

4. A Igreja De Tiatira

“Quem sacrifica sempre” É À igreja Profana. Apesar de ser uma igreja caída espiritualmente, ela desfruta de progresso material. Representa a Igreja dos anos 600 a 1517 d.C., quando eclodiu de vez a Reforma Protestante. É era do Papado. Quase todos os templos foram transformados em igrejas; simplesmente pintaram os nomes dos apóstolos nos antigos ídolos e adornaram o sacerdote com uma cruz.

5. A Igreja de Sardes

“Sardes” significa “os que escapam” ou “remanescente”. É À Igreja Morta. Representa a igreja do período 1517-1750 d.C. “Não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus” O movimento da Reforma Protestante foi mais de obtenção de liberdade política do que religiosa.

6. A Igreja de Filadélfia

“Filadélfia” significa “amor fraternal” Representa a igreja cristã, na sua fase avivada e missionária (Ap. 3.8)

7. A Igreja de Laodicéia

“Laodicéia” significa “direitos do povo” (isto é, direito do povo mandar; direitos humanos) É A Igreja Morna. Representa a igreja dos dias finais desta dispensação. Na igreja de Laodicéia a opinião do povo substitui a Palavra de Deus. “Cearei com ele e ele Comigo” (Ap. 3.20). A ceia é a última refeição do dia. Assim, mesmo a um cristianismo morno, Jesus apela até o fim do dia da graça para que voltem a Ele.
Isso também indica que o período da igreja de Laodicéia é o último do dia da graça, antes que venha a manhã de uma nova era para a Igreja. (Ap. 3.21) A maior promessa feita por Jesus às igrejas, foi à de Laodicéia. Isso quer dizer que a igreja mais decadente, e o crente mais distanciado, mais frio, pode alcançar mais alto estado espiritual, se arrepender-se e andar com Deus, como no princípio.

O Livro Selado Com Sete Selos (Ap. 5.1)

“Selo” na Bíblia, fala de garantia, proteção, segurança.
“Sete selos” falam da plenitude de certeza de que o conteúdo do Livro terá o seu fiel cumprimento.
Esse Livro não é outro senão o Livro do juízo das nações. Cristo é o único ser que em todo o universo foi achado digno de tomar o Livro, abri-Lo e desatar seus sete selos. Nesse Livro, como veremos a partir de agora, estão gravados os juízos que Deus enviará a este mundo. Os juízos sob os selos, trombetas e taças não são paralelos, mas sucessivos. Do último selo saem as trombetas, e da última trombeta saem as taças.

1º O Cavaleiro. Este cavaleiro não pode ser Cristo, por que este é quem abre o selo do v. 1, do qual sai o cavalo e o cavaleiro do v.2.
2º A Terra sem paz! Cavalo Vermelho. Quem pode imaginar o que acontecerá com toda a terra sem paz9
3º Selo “Medida”, é no original uma palavra que corresponde a capacidade de um litro mais ou menos. Um denário corresponde ao salário de um dia de trabalho.
4º Selo (Ap. 6.8)
5º Selo Aqui, são crentes que ao serem deixados no arrebatamento por estarem desviados, despertaram, voltaram para Deus e morreram como mártires.
6º Selo (Ap. 6.13)
Mudanças na superfície da terra. “Então todos os montes e ilhas foram movidos dos seus lugares” (Ap. 6. 4). Nos vv. 15 - 17 vemos que os grandes da terra, bem como os pequenos, por fim reconhecerão quem é Jesus. mas... é tarde demais!

O capitulo 7 de Apocalipse é a primeira passagem de natureza parentética desse Livro. O selo deve ser a inscrição dos nomes de Cristo e do Pai nas frontes desses redimidos. (Ap. 14.1).
144.000 selados. Trata-se de um grupo de judeus, salvos e preservados na terra durante a Grande Tribulação para testemunharem de Cristo em lugar da igreja. Entre as 12 tribos arroladas nos vv. 5 - 8 não aparecem Dã e Efraim. Dã e Efraim não sendo selados aqui, passarão pela Grande Tribulação sem a proteção do selo de Deus. No entanto, na lista das tribos em evidência durante o Milênio de Cristo na terra, Dã vem em primeiro lugar, e logo mais também Efraim (Ez 48. 2,6). Como se explica isso? Na conversão de judeus durante a Grande Tribulação, Dã e Efraim não crerão a princípio, mas crerão depois. (Ap. 7. 9 - 17). Esse grupo é de gentios salvos durante a Grande Tribulação. Com palmas nas mãos (v.9) Palmas é símbolo da vitória.
Venceram. João os viu no céu (vv. 5,9). Não tinham coroas; somente palmas. Coroas são galardões por algo feito para Deus.

No inicio do cap. 8, o Cordeiro abre o último selo o qual introduz as sete trombetas de juízo.

A Primeira trombeta (v.7).
Saraiva, fogo e sangue. Um terço da vegetação destruída.

A Segunda trombeta (vv. 8,9).
Algo como um meteoro incandescente caindo no mar e contaminando-o. E um terço da vida marinha e um terço dos navios são destruídos.

A Terceira trombeta (vv. 10,11).
Cursos d’água e fontes ficam contaminados. Um terço da água dos rios e das fontes tornam-se contaminadas.

A Quarta trombeta (v. 12).
Trevas na terra. Um terço do sol, lua e estrelas deixarão de brilhar.
Como não ficarão mais apavorados os habitantes da terra diante dessas convulsões cada vez maiores e piores?

A Quinta trombeta (Ap. 9. 1-12).
Um incalculável enxame de gafanhotos gigantes e infernais invadem a terra e durante cinco meses atormentam os homens, exceto o grupo que recebeu o selo de Deus.
Uma estrela caída do céu na terra... (v. 1). Trata-se sem dúvida de Satanás. Poço do abismo (v. 1).
Região interna a inferior do Hades. Há muitos textos Bíblicos que abonam esse fato.

A Sexta trombeta (Ap. 9.13-21).
Trata-se de uma cavalaria infernal. O número de seres infernais era de 200 milhões, como diz literalmente o original. Quatro anjos infernais liderarão esses demônios.
Significa que cada anjo comandará 50 milhões deles. Eles matarão uma terça parte dos homens, não num período de tempo, mas numa hora certa.

Um Anjo Com um Livrinho E As Duas Testemunhas

Nos caps. 10 e l1 tem início a Segunda metade de 70 Semana de anos de Daniel 9.27, isto é, seus últimos 3 anos e meio. No capitulo 11.2 (“quarenta e dois meses”). A seguir, é mencionado em:
12. 6 - --- “mil duzentos e sessenta dias
12. 14 - - - “um tempo, tempos, e metade de um tempo”
13. 5 - - - - “quarenta e dois meses”.

A única parte do Apocalipse que foi selada e ficou em segredo foi o que estes trovões falaram. E não adianta ninguém especular. Amargo no estômago devido aos sofrimentos contidos no Livro. Doce na boca por causa das boas-novas do estabelecimento em breve do Reino de Deus na terra. A captura de Jerusalém pelo Anticristo (Ap. l1.1,2). Isto é uma evidência do templo dos judeus já estar então reconstruído. O ato de medir, na Bíblia, fala de castigar. “Intentou o Senhor destruir o muro da filha de Sião, estendeu o cordel, não retirou a sua mão destruidora...” (Lm 2.8). As duas testemunhas (Ap. l1. 3 - 13). Serão dois homens, talvez Enoque e Elias. Ambos não morreram. As duas testemunhas ministrarão na terra na primeira metade da Grande Tribulação.

A Sétima Trombeta - A Mulher e o Dragão

Terminada a missão das “duas testemunhas” segue-se:

A Sétima trombeta (Ap. 11. 15 - 19). Esta trombeta ecoa no inicio da Segunda metade da Grande Tribulação. Ela corresponde, em parte, a Mt. 24. 15 - 31.
A Mulher vestida do sol e o dragão devorador (Ap. 12. 1 - 17) “Viu-se grande sinal no céu” (v 1).
Trata-se de sinal, isto é, símbolo de Israel. Miguel é o anjo que luta por Israel. O grande dragão vermelho é o Diabo. O conflito dos séculos (Ap. 12. 2 - 4). É a luta do Diabo, tudo fazendo para que o Messias não viesse ao mundo. “A terça parte das estrelas do céu”. Isto refere-se aos anjos que caíram com Lúcifer, conforme Is 14. 12 e Ez 28. 16. “A mulher, porém, fugiu para o deserto, onde lhe havia Deus preparado lugar para que nele a sustentem durante mil duzentos e sessenta dias.” Comparando-se o final do v.5 com o v.6 nota-se que na narrativa não há qualquer intervalo de tempo entre a ascensão de Jesus ao céu e a fuga de Israel para o deserto. E que com a ascensão de Jesus para o céu (v.5), teve inicio o intervalo de tempo da Igreja, entre 69 e a 70 semana de Daniel, conforme mostramos no comentário das Setenta Semanas, e aqui em Apocalipse 12 a Bíblia está tratando de Israel somente. Por esta razão nada é dito sobre o intervalo de tempo da Igreja. Também em Dn 11. 41 está escrito que quando do ataque do Rei do Norte, no “tempo do fim”, escaparão Edom, Moabe e Amom, regiões que atualmente integram o território da Jordânia. Serão milagrosamente poupados para que aí se abriguem os fugitivos de Israel.
“Então a serpente arrojou da sua boca, atrás da mulher, água como um rio, a fim de fazer com que ela fosse arrebatada pelo rio.” Isso representa uma grande e destruidora perseguição. Água aí, tem a ver com homens, tropas certamente. Ler Sl. 18. 4 e 93.3,4 onde vemos isso. Tem o mesmo sentido a palavra “dilúvio” em Dn 9.26. Quem serão os “restantes” mencionados neste versículo? São judeus (“restante da sua descendência”) que creram pelo testemunho dos 144.000, que estarão na terra de Israel.

A Besta Que Sobe Do Mar

O dragão aparece em 12.3 com sete cabeças e dez chifres. Mas há uma diferença entre os dois. Os diademas do dragão estavam nas cabeças (12.3), e os da Besta estavam nos chifres (13.1). Deste modo, os diademas do dragão eram sete, e os da besta eram dez. O profeta Daniel viu esse animal sob outro ângulo, porém tinham também sete cabeças e dez chifres (Dn 7.23 - 25). Parecida com leopardo, como pés de urso e boca de leão. Isso nos leva ao capitulo 7 de Daniel. Ali o leopardo é a Grécia, o urso é a Pérsia e o leão é a Babilônia. Significa que o domínio da Besta será caracterizado por princípios que predominaram em Babilônia, na Pérsia e na Grécia e também no império romano. Os “santos” aqui, são aqueles que crerão durante a Tribulação.

A Besta Que Sobe Da Terra

“Possuía dois chifres” O chifre é símbolo de poder em qualquer sentido. Podem indicar seu poder político e religioso. A leitura desses vv. mostrará que haverá muita religiosidade naqueles dias. Pelos vv. 12 a 15 vê-se que ele promoverá uma religião universal em torno da primeira besta. O palco já está armado, só faltando os atores para o drama. A imagem da besta falará. Sim, falará como atualmente os demônios falam através dos médiuns espíritas.
Conclusão sobre as duas bestas. Estes dois homens de que acabamos de tratar, representam dois grandes movimentos mundiais nos últimos dias dos tempos dos gentios: uma confederação de nações para fins políticos, e uma confederação (também mundial) de igrejas para fins religiosos. “Não se macularam com mulheres” (v.4). Significa: não praticaram religiões falsas. Isto tem sentido espiritual. Deus nunca ficou sem testemunho, e naqueles últimos dias até o testemunho angelical se ouvirá na terra, tendo como púlpito os céus.
A Ceifa Dos Gentios (Ap. 14. 14 - 16).
A ceifa de Israel (14. 17 - 20).
Estas duas ceifas - a dos gentios e a de Israel, não são ceifas de santos para o céu, mas de ímpios para o justo juízo.

As Sete Taças Dos Últimos Juízos. Apocalipse, caps. 15 e 16
Os juízos das trombetas, que precederam os das sete taças contendo as sete últimas pragas, foram até certo ponto, de alcance limitado. Deles está escrito que atingiram a terça parte da terra, do mar, das fontes, rios, sol, lua e estrelas. Mas estes juízos das sete taças atingem a terra inteira.
A Primeira praga (Ap. 16.2). Chagas malignas sobre todos os adoradores da Besta.
A Segunda praga (Ap. 16.3). O mar torna-se em sangue, causando a morte de toda vida marinha.
A Terceira praga (Ap. 16. 4 - 7). Fontes e rios se transformam em sangue. Esse juízo é causado pelo milenar derramamento de sangue pelo homem (v.6).
A Quarta praga (Ap. 16. 8,9). O sol queima os homens pelo seu calor multiplicado. Apesar de seu tão grande padecimento, os homens não são levados por isso ao arrependimento. Blasfemam contra Deus.
A Quinta praga (Ap. 16.10, 11). Trevas no trono e no reino da Besta.
A Sexta praga (Ap. 16.12). O rio Eufrates seca, deixando livre o avanço das tropas que avançarão do Oriente para Israel. para a Batalha de Armagedom. “Reis que vêm do lado do nascimento do sol” Deve ser uma referência aos países-chaves do Oriente, como Japão, China, Índia e outros menores.
A trindade satânica. Eles incitam as potências do Oriente a unirem suas forças e avançarem para Oeste, para destruírem Israel.
Armagedom: a palavra significa monte de Megido. Tem sido um famoso e histórico campo de batalha onde exércitos de muitas nações resolveram aí suas disputas. Fica próximo ao monte Carmelo, no sudoeste da Galiléia.
“Então derramou o sétimo anjo a sua taça pelo ar.” Ocorreu um terremoto como nunca houve igual. Será pavoroso além do que se possa imaginar. É o maior terremoto dos cinco de Apocalipse. A grande cidade é Jerusalém, melhor identificada por esse título em l1.8.
Caíram as cidades das nações. Isso incluirá Nova Iorque, Tóquio, Paris, Rio de Janeiro, Buenos Aires, Londres, Moscou, Pequim, Lisboa, Roma, São Paulo, Nova Deli, etc. Quantos morrerão ai?
Também desabou do céu sobre os homens grande saraivada, com pedras que pesavam cerca de um talento. Um talento é o peso de mais ou menos 45 quilos. Portanto não adianta lutar contra Deus! Resistir a Deus é perder a Batalha. Ele vencerá de qualquer maneira e o homem terá que se defrontar com Ele.

A Babilônia Religiosa

“A grande meretriz”. Na Bíblia, religiões falsas são chamadas prostituição, porque são forma de infidelidade a Deus. Vi um mulher, sendo na visão uma mulher meretriz, isso indica um falso sistema religioso.
“Montada numa besta”. Um falso sistema político. Nesse tempo a igreja falsa conduz a Besta, mas depois, esta se virará contra aquela e a destruirá, para que possa implantar uma nova religião para sua adoração.
O nome Babilônia associado à mulher, indica que a religião predominante durante a Grande Tribulação será o espiritismo sob as mais variadas formas. A história nos conta que as religiões falsas (que sempre incluem a idolatria) tiveram sua origem com Ninrode e sua mulher Semíramis, no primitivo reino de Babel.
As sete cabeças da Besta. Figuram sete montes e também sete reis ou reinos. Muitos comentadores da Bíblia acham que os sete montes é uma referência a Roma, que originalmente foi edificada sobre sete montes, e também pelo fato de ter absorvido em grande parte o culto idólatra babilônico.
A criação do Mercado Comum Europeu, em Roma, em 1957. “São também sete reis. Dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou: e, quando chegar, tem de durar pouco.” Desses sete reinos, seis são hoje passados: Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia, Roma. O sétimo é ainda futuro. Será uma forma do antigo império romano, constituído de dez reinos confederados.
Daniel 7.24 diz: “Dez reis que se levantarão daquele mesmo reino.” É pois uma forma daquele antigo império. É claro que não poderá ser o mesmo, porque aquele era regido por um único soberano, e o futuro sê-lo-á por dez reis com suas dez capitais. O Anticristo assumirá o controle dos dez países existentes.

A Babilônia Comercial (Ap. 18)

Este capitulo trata de uma cidade literal que será a capital do Anticristo antes dele ocupar Jerusalém.
Há uma grande diferença entre esta Babilônia do cap. 18 e a do capítulo 17. A do capítulo 17 é destruída por homens. (Ap. 17.16). Já a Babilônia do cap. 18 é destruída por Deus, mediante terremoto e fogo. Esses versículos retratam a cidade de Babilônia reconstruída como um colossal centro comercial e financeiro. Os povos árabes do Oriente Médio, do dia para a noite tornaram-se os principais banqueiros do mundo. Esses bancos têm no momento a maior reserva de ouro da terra. E vão adiante com seus projetos.
Essas região possui mais petróleo do que qualquer outra área do globo.
A volta de Jesus em Glória (cap.19). “Bodas do Cordeiro”(v. 7).
Esses glorioso evento tem lugar no céu após o arrebatamento da Igreja.
É o encontro, que durará para sempre. A volta do Rei “vi o céu aberto” (v. 11). É chegado o momento que todo o universo aguarda!
Os primeiros ocupantes do inferno (v.20). São o Anticristo e o Falso Profeta.

O Milênio e o Juízo Grande Trono Branco

É um período de preparação da terra para o estado perfeito e eterno que se seguirá ao Milênio. “Ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o Diabo, Satanás, e o prendeu por mil anos.” “Deu o mar os mortos que nele estavam”. O mar tem sido um imenso cemitério através dos milênios. Como ele entregará seus mortos? Talvez secando a um comando de Deus, pois no capitulo seguinte ele já não existe (Ap. 21.1).
O certo é que nenhum morto faltará ao chamado do Rei. “A morte e o além entregaram os mortos que neles havia”. Além, é Hades. A morte deu os corpos que levara, e o Hades os espíritos. “Foram julgados, um por um, segundo as obras.” (v. 13). Este julgamento não é coletivo, mas individual.

O Eterno e Perfeito Estado (Ap. 21. 22)

O pecado já foi julgado. Satanás e todos os seus seguidores já foram para o seu lugar definitivo.
Deus agora estabelecerá um novo céu, uma nova terra, e uma nova cidade - a Nova Jerusalém “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. A cidade não será o céu. O texto bíblico afirma que ela “descia do céu”. Ela será a capital de Deus aqui na terra, para sempre. O capitulo 22 dá continuação à descrição do eterno e perfeito estado da nova terra e dos salvos que nela habitarão.

Livro De Apocalipse

Sumário Geral Dos Eventos Escatológícos

O estudo comparativo dos livros de Daniel, Apocalipse, I e II Tessalonicenses, 2 Pedro, Zacarias, Joel e capítulos de Livros, como 24 e 25 de Mateus, Ezequiel 38 e 39, permitem-nos organizar um sumário geral cronológico dos eventos que estão para acontecer, a partir do rapto da Igreja para o céu.
Não se pode ser dogmático nesse assunto, como donos exclusivos da verdade. Muitas passagens escatológicas são de difícil harmonia a interpretação, mesmo para os mais abalizados no assunto.
É evidente, pois, que o calendário profético como o estudo aqui apresentado, não é nada final, nem completo no campo escatológico, pelas razões acima expostas. Maiores estudos e maior iluminação do Espirito através da palavra profética, adicionarão novos detalhes, que enriquecerá tal conhecimento.

1. O Rapto da Igreja. Também chamado arrebatamento. Consiste dos santos ressuscitados e dos vivos transformados, todos trasladados para o céu por Jesus. O arrebatamento terá lugar nos céus, nas nuvens. I Co 15.51,52, I Ts4.14 - 16.

2. Julgamento da Igreja no tribunal de Cristo, para galardão. Uma evidência disso, a esta altura dos acontecimentos, é que o “linho fino” das vestes da Igreja, são “os atos de justiça” dos santos (Ap. 19.7,8). Portanto, resultado do julgamento, no tribunal de Cristo.

3. As Bodas do Cordeiro (Ap. 19.7-9). As bodas ocorrerão entre o arrebatamento e a revelação pessoal de Jesus em glória. Uma evidência disso é que, ao descer o Senhor, as bodas já ocorreram, como se vê, comparando Ap. 19.7-9, com 19.1 1-14. Assim, enquanto os Juízos Divinos caem sobre a terra, durante a grande tribulação, haverá festa no céu.

4. Retirada daquele que restringe o pecado. Trata-se da pessoa do Espírito Santo. O pecado e seus males terão então livre curso. Esse afastamento do Espírito Santo é quanto a ação do pecado. A sua operação na salvação dos pecadores, é evidente que continua, como está claro no livro de Apocalipse. Ler 2 Ts. 2.3-l0.
5. Surgimento do Anticristo no cenário mundial. O início da carreira do Anticristo será algo insignificante. É denominado chifre pequeno, em Dn 7.8. Mas logo depois, numa demonstração de força, ele derrubará três reis, isto é, ocupará três países (Dn 7.24). E prosseguirá na escalada do poder, tornando-se governante de uma confederação de dez países (Dn 7.24; Ap. 17.12).

6. Surgimento do Falso Profeta. O Anticristo (a mesma Besta de Ap. 13.1-8) será um líder po1ítico; um ditador mundial O falso Profeta será seu ministro de cultos, que estará à testa da igreja mundial de Satanás (Ap. 13.11-16).

7. O pacto de 7 anos do Anticristo com Israel. Israel será então uma nação forte a ponto do Anticristo fazer um pacto com ela. A princípio Israel gozará de imunidades, reconstruirá seu templo e reiniciará a prática dos sacrifícios (Dn 9.27). Após os primeiros três anos e meio o Anticristo anulará o pacto feito e começará a perseguir os judeus.

8. Os juízos do céu sob os sete selos e Ap. 6. A essa altura dos acontecimentos a terra estará sendo atingida em cheio pelos juízos divinos sob os sete selos do cap. 6 de Apocalipse.

1º selo: O Anticristo e seu falso milênio, através de uma paz e um progresso ilusórios (Ap. 6.2). Ele se apresentará como o salvador do mundo.
2º selo: Guerra através da terra e muito sangue derramado, à medida que o Anticristo galga o poder sobre as nações (Ap. 6.4)
3º selo: Fome mundial sem precedentes, resultante da guerra e suas conseqüência (Ap. 6.5,6).
4º selo: Um quarto da população da terra é eliminada por fome, peste e guerra (Ap. 6.8)
5º selo: Mártires e mais mártires nesse tempo (Ap. 6. 9-11).
6º selo: Catástrofes físicas nos céus e na terra. Um grande terremoto fará a terra tremer. Fumaça e cinza escurecerão o sol (Ap. 6.12,13; Jl. 2.30,3 1). Deus será visto no seu trono de juízo, o que apavorará os ímpios (Ap. 6.14-17). Fim dos primeiros três anos e meio de Tribulação.
7º selo: Acha-se no cap. 8 1-5 de Apocalipse. Está ligado a novas catástrofes na terra e comoções nos céus.

9. As duas testemunhas e sua missão nos primeiros três anos e meio. Isto ocorrerá nos primeiros três anos e meio de pacto do Anticristo com Israel (Ap. 11.3-12). Comparando-se Ml 4.5,6 com Mt 17.11, chega-se à conclusão que uma das testemunhas é Elias.

10. 144.00 judeus salvos em Israel. Salvos dentre as 12 tribos para testemunharem na terra. Mais tarde eles aparecem no céu, triunfantes (Ap. 14.1-5).

11. Anticristo continuará se fortalecendo à frente do bloco de dez nações.

12. O bloco de nações do Norte - “Gogue e Magogue” (a Rússia). Também continuará com suas provocações e desafios, logrando adesões do bloco árabe.

13. A igreja falsa mundial. Continuará se projetando, com a união de todas as religiões.

14 A pregação do evangelho do Reino. Será pregado em toda parte pelos judeus salvos (Mt 24.14).

15 Gogue e Magogue invadem Israel. Noutras palavras: a Rússia e seus aliados invadem Israel, mas são destruídos sobrenaturalmente por Deus (Ez 38;39). Hoje só se fala em conflito Leste-Oeste. então será Norte-Sul (Dn 11.40).

16. O Anticristo romperá seu acordo com Israel e começará a persegui-los. Ele colocará uma imagem sua no templo dos judeus e exigirá adoração. Talvez seja nesse tempo que ele será mortalmente ferido e logo a seguir curado pelo poder satânico (Ap. 13.3). Ele estabelecerá seu palácio em Jerusalém (Dn 11.45).

17. A igreja falsa mundial que predominou na terra sob a égide do Anticristo por três anos e meio, será destruída pelos dez países sob a chefia do próprio Anticristo (Ap. 13 8; 11-17).
Uma vez destruída a super-igreja falsa, na metade da tribulação, o único culto permitido será o da adoração da Besta (Ap. 13.8). Computadores cada vez mais sofisticados, controlarão a população da terra, de modo que quem não adotar a nova religião não possa comprar nem vender, seja para sustento da família, seja para comerciar.
As duas testemunhas serão mortas no início desse período, ressuscitarão à vista de todos a ascenderão ao céu.

18. Talvez nesse tempo os 144.000 judeus serão martirizados, como dá a entender Ap. 14. De igual modo serão martirizados os gentios que professarem sua fé em Cristo. Talvez por isso, o testemunho do evangelho diminua e os anjos reforçarão este trabalho (Ap. 14.6,7).

19. Mais juízos sobre a terra sob as sete trombetas.

1ª Trombeta: Saraiva, fogo e sangue sobre a terra. Um terço da vegetação destruída (Ap. 8.7)
2ª Trombeta: Algo como uma grande montanha cai no mar. Um terço da vida marinha e das embarcações são destruídas (Ap. 8,9)
3ª Trombeta: Rios e fontes d’água contaminados. Um terço de toda água da terra poluída (Ap. 8.10,11). Isso certamente contribuirá para a posterior secagem do Eufrates em Ap. 16.21.
4ª Trombeta: Escuridão na terra. Desaparece um terço do brilho do sol, lua e estrelas (Ap. 8.12)
5ª Trombeta: A invasão da terra por demônios em forma de gafanhotos gigantes. Os habitantes da terra são atormentados por cinco meses. Apenas 144.000 são poupados (Ap. 9.1-11).
6ª Trombeta: Uma horda de cavalos e cavaleiros infernais, isto é, seres infernais, invadem a terra, comandados por quatro anjos decaídos que estavam presos junto ao rio Eufrates. João diz que o número deles era de 200 milhões (literalmente, no original). Morta um terço da população da terra (Ap. 9.13-21).

20. Uma grande multidão de israelita fiéis fugirão para os montes do deserto de Edom, do sul de Israel, onde estarão protegidos de destruição (Mt. 24.16; Ap. 12.6). Elias protegidos aí, no passado, pode ter sido figura desse episódio.

21 Os últimos juízos divinos sobre o mundo. São as sete taças da ira divina, descritas em Apocalipse. caps. 15 e 16. São flagelos e catástrofes em escala mundial e de efeitos destruidores jamais conhecidos.

1ª Taça: Chagas malignas sobre os adoradores da besta (Ap. 16.2).
2ª Taça: O mar inteiro contaminado e tornado em sangue (Ap. 16.3). A vida marinha desaparece.
3ª Taça: Rios e fontes de água doce contaminados (Ap. 16.4). Este juízo decorre do derramamento de sangue pelo homem, através dos milênios.
4ª Taça: O aumento de temperatura do sol, queimando os homens (Ap. 16.8,9) Este castigo resulta em blasfêmia das massas, em vez de arrependimento.
5ª Taça: Trevas reais envolvem o reino do Anticristo (Ap. 16.10,11). Este juízo acarretará problemas imprevisíveis na administração do Anticristo, seu reinado e seus negócios. Mais blasfêmia em massa, da humanidade, em vez de arrependimento.
6ª Taça: O rio Eufrates seca, assinalando os fatos iniciais da Batalha de Armagedom. Essa secagem agilizará o avanço dos exércitos do Oriente, na sua marcha para Israel. Espíritos demoníacos incitarão as nações, que pela instrumentalidade de Satanás concentrarão seus exércitos em Israel. A essa altura, todos já estão plenamente conscientizados que o Senhor está para descer. Os estrategistas concluirão que o poderio combinado dos exércitos do mundo inteiro destruirá Israel e o próprio Deus. A loucura do homem, causada pelos demônios, os levará a esse ponto. Seu alvo principal é Jerusalém. O grosso das tropas ficará em Armagedom, ao norte de Israel (Ap. 16.14-16), e parte também em Edom, ao sul (Is 34.5-8; 63.1-6).
7ª Taça: Um terremoto mundial convulsionará violentamente toda a terra, anunciando o fim do mundo (Ap. 16.17-21). Espetaculares mudanças ocorrerão na superfície da terra, destruindo cidades, abaixando montanhas, elevando planícies e alterando todo o contorno dos mares.

22. A destruição de Israel. Os judeus lutarão desesperadamente. Será grande o morticínio em Israel (Zc. 13.8). A capital (Jerusalém) será tomada, com requintes de perversidade, vandalismo e abusos contra a população, especialmente as mulheres (Zc. 14.2). Quando não houver mais esperança de salvação para os judeus, eles clamarão a Deus (Is 64.1-12), e nesse momento Jesus descerá visivelmente com seus santos. Todos verão isso (Ap. 1.7; Jd. v. 14). A Presença e a Palavra da boca do Senhor eliminarão num instante os exércitos do Anticristo (Ap. 19.11-21; 2 Ts. 2.7)

23. Eventos Geofisicos. No momento em que Jesus tocar o monte das Oliveiras, este se dividirá ao meio, produzindo um grande vale (Zc. 14.4). Certamente toda área de Jerusalém e cercanias se tornarão em planície, ficando Jerusalém num planalto, uma vez que da fonte que brotar em Jerusalém, águas correrão para o Mar Morto e o Mar Mediterrâneo igualmente (Ez. 47.8-12). O Mar Morto aonde atualmente não há vida, será um viveiro de peixes.

24. Julgamento das nações viventes. Os que escaparem da Tribulação serão agora julgados. A base do julgamento será a maneira como as nações trataram os “irmãos de Jesus”(os Judeus).
Nações serão poupadas e ingressarão no Milênio. Nações serão destruídas ali mesmo, isto é, seus habitantes serão eliminados (Mt. 25.31-46, Zc. 14:16).

25. O final da carreira do Anticristo e do Falso Profeta. Serão imediatamente lançados no Lago e Enxofre, após a descida de Jesus à terra.

26. O remanescente judaico que escapar de Armagedom. Dois terços dos judeus morrerão na investida destruidora das forças do Anticristo. O terço remanescente se arrependera, aceitando Jesus como o seu Messias (Zc. 13.8.9,12.10). Esse remanescente constituirá o núcleo dos “filhos de Abraão”, que ingressarão no Milênio, em seus corpos mortais, iniciando o reino milenar do Messias.
Gerarão filhos carentes de salvação, uma vez que a salvação não é transmissível.

27. Satanás aprisionado. O Agente Divino para isso certamente será o arcanjo Miguel (Ap. 20.1-3).

28. O Reino milenar de Cristo (Ap. 20.4-6). Ingressarão no Milênio as nações que forem poupadas no julgamento das nações, bem como os judeus que escaparem da campanha do Armagedom (Zc. 13.8). O Milênio será o Glorioso Reinado de Cristo, na terra, por 1.000 anos, prevalecendo a justiça e a paz.

29. O final da carreira de satanás. (Ap. 20. 7-10). Suas carreira nefanda termina ai após um rastro de muitos milênio de males de toda espécie perpetrados contra a humanidade.

30. Juízo Final (Ap. 20.11-15). Todos os mortos ímpios ressuscitarão aqui e serão julgados conforme suas obras e enviados para o seu destino eterno: O Lago de Fogo e Enxofre. Nessa ocasião a Morte também encerrará sua missão (Ap. 20.14).

31. Novos céus e nova terra (Ap. caps. 21 e 22). Aqui, o pecado terminou seu curso. Os salvos já estarão glorificados. Os perdidos estarão no seu lugar - o inferno. Céus e terra serão renovados.
Tornar-se-ão como eram no princípio - sem pecado e mal. Então, Deus será tudo em todos (1 Co 15.28). Para sempre continuará o eterno e perfeito estado.


Autor: Autores diversos

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